O problema central não é falta de liberdade para crer, mas a recusa em se posicionar diante de Cristo, porque Ele não se apresenta como ideia tolerável, mas como Senhor que reivindica autoridade sobre a consciência, história e destino.
A força que lhe sustenta não será a do poder humano, familiar, político, religioso ou social, mas o amor soberano de Jesus Cristo, que chama, reconcilia e preserva você nesse “fico” de inspiração divina.