O ATENÇÃO Á TOLERÂNCIA SEM CRISTO
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- Dia Internacional da Tolerância UNESCO
A ONU defende a tolerância como caminho para a paz e o respeito entre povos de culturas e crenças diferentes. A ideia é bonita — promover dignidade humana, combater o preconceito e incentivar cooperação. Mas, apesar das boas intenções, a tolerância humana tem limites. O problema do ser humano não é só social ou cultural, é moral e espiritual. A Bíblia diz que “todos pecaram e estão afastados de Deus” (Romanos 3:23), e é aí que mora a raiz da intolerância.
Três desafios mostram essa realidade. Primeiro, as diferenças de valores e crenças: (a)sem um padrão de verdade, cada grupo define o que é certo e errado. A tolerância, sem Cristo, vira relativismo, onde tudo é aceitável, mesmo o injusto.[1] (b)Segundo, os choques culturais e migratórios: as pessoas convivem, mas os corações continuam divididos. A tolerância humana até aceita a diversidade, mas não muda o interior nem cura rancores.[2] (c)Terceiro, o vazio espiritual: quando tudo é permitido em nome da liberdade, perde-se o sentido da vida e da moral divina. O relativismo evita brigas externas, mas não resolve o pecado dentro do coração.
O Evangelho encara a verdade: reconhece a condição caída da humanidade e oferece reconciliação com Deus Pai. O cristão, salvo pela graça, vive a verdadeira tolerância em dois passos — arrependimento e fé no poder transformador de Cristo. Jesus disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”[3], mostrando que só nele há esperança e unidade real.
A tolerância cristã não é omissão nem conformismo, mas compaixão ativa — agir com amor e verdade, buscando a restauração do outro.[4] Só quando a tolerância se apoia em Cristo, ela se torna realmente transformadora, capaz de curar feridas, enfrentar injustiças e reconciliar o ser humano com Deus e com o próximo. Você crê assim?Parte superior do formulário
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- Essa mensagem responde à pergunta: Você já considerou as implicações dos limites da tolerância social?
- Aplicação para sua vida: A fé do cristão exige que ele anuncie o evangelho proclamando valores divinos como fazem os praticantes de outras crenças com a própria vida.
[1] “Embora conheçam o justo decreto de Deus, de que as pessoas que praticam tais coisas merecem a morte, não somente continuam a praticá-las, mas também aprovam aqueles que as praticam.” Romanos 1:32 Carta do apóstolo Paulo aos cristãos na cidade de Roma por volta de 58 d.C.. descreve a vida no Espírito, que é dada pela fé aos que creem em Cristo.
[2] Tornaram-se cheios de toda sorte de injustiça, maldade, ganância e depravação. Estão cheios de inveja, homicídio, rivalidades, engano e malícia. São bisbilhoteiros, 30caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, arrogantes e presunçosos; inventam maneiras de praticar o mal; desobedecem a seus pais; são insensatos, desleais, sem amor pela família, implacáveis.” Romanos 1:29-31
[3] João 14:6 Este evangelho escrito entre 80-90 d.C. pelo apóstolo João no estilo é reflexivo e cheio de imagens e figuras organiza sua mensagem enfocando sete sinais que apontam para Jesus como Filho de Deus.
[4] “Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; “ Mateus 5:44
